NESTA SEXTA NO ATLÂNTICO NEGRO....
03:22
Clementino Junior
1 Comments
03:22 Clementino Junior 1 Comments

O Cineclube Atlântico Negro apresenta nesta sexta as 19 horas no Tempo Glauber (Rua Sorocaba 190) o documentário DESORGANIZADORES DE FICHÁRIOS, dirigido por Allan Ribeiro, sobre o trabalho da Cia. de Dança e Teatro Rubens Barbot. Na programação ainda rolará um curta surpresa que só curtirá quem estiver presente.
Aguardo vocês!
Abs,
Clementino Junior
MARIA FELIPA
06:51
Clementino Junior
0 Comments
http://conversademenina.wordpress.com/2009/07/03/maria-felipa-guerreira-de-itaparica06:51 Clementino Junior 0 Comments
Não é audiovisual, mas é mais uma personagem esquecida de nossa história.
Leiam este texto do link acima.
CUBA e ÁFRICA
17:10
Clementino Junior
3 Comments
Aproveitando a repescagem do Festival do Rio, fui ontem ao Espaço de Cinema assistir ao documentário CUBA, UMA ODISSÉIA AFRICANA, que conta como durante a Guerra Fria, a África tornou-se um amplo campo de disputa entre interesses conflitantes.17:10 Clementino Junior 3 Comments
Ver trailer em:
http://www.kewego.com.br/video/iLyROoaftS-H.html
Os soviéticos queriam expandir sua influência para um novo território, os EUA planejavam se apropriar das riquezas do continente, e os antigos impérios europeus viam seu poder colonial se dissipar.
Precisando defender a independência recém adquirida, as jovens nações africanas foram buscar apoio junto à Cuba de Fidel Castro.O interessante deste histórico foi mostrar como desde a missão fracassada de Che Guevara no Congo (que é narrada por seus personagens vivos em tom de comédia, já que o mesmo chegou disfarçado, e só se revelou quando o bicho tava pegando, e todos os que estavam sendo treinados por ele junto com 150 soldados cubanos ficaram apavorados com a possibilidade do grande guerrilheiro ser morto em combate “justo” em território congolês) até a bem sucedida defesa de Angola das investidas da Unita e de Jonas Sawinbi apoiado pelas forças sul-africanas. Para os que ainda vêem o continente africano como um bloco único, como se fosse uma nação pobre e não centenas de povos e etnias separados por dezenas de fronteiras coloniais, não fazem idéia do que foi o processo de libertação da maioria das nações coloniais, e mesmo eu tirei diversas dúvidas que ainda persistiam graças as duas obras da documentarista e ótima pesquisadora egípcia Jihain El Tahri.

A outra obra eu assisti na semana anterior, e se chama “Os Sonhos Sobrevivem ao Poder?” (Behind the Rainbow) do qual falarei depois, e cujo ponto de partida vem exatamente do final deste.
Ela durante a exibição de “Os Sonhos...” comentou sobre a pesquisa (jornalística fique bem claro, e nem por isto menos documental) que tem feito motivado por seu interesse na questão do poder, e isto fica nítido nos dois docs, que aliás mostram que ela foi um dos destaques da mostra, já que teve 2 obras exibidas, com direito a ambas na repescagem.
Para quem quiser ter uma aula sobre as guerras de libertação (não apenas lusófonas, mas principalmente estas, acrescentando-se o Congo), e sobre os bastidores da Guerra Fria no continente africano, procure por esta obra (dica, tem cópia na Cinemateca da Maison de France) e note o quanto os cubanos e os angolanos e congolenses são tão semelhantes a nós, ao menos no humor diante do drama, e o quanto os europeus e wasps são tão frios e distantes do que somos?
Na próxima falarei sobre Behind The Rainbow.
Assinar:
Postagens (Atom)

2 comentários: